Liberdade também é voltar para si mesmo

O mais perigoso é quando esse afastamento recebe nomes bonitos, chamamos de amor, de maturidade, de responsabilidade, de generosidade, mas quando foi a última vez que uma mulher perguntou a si mesma, com honestidade: o que eu quero? Não o que o marido quer, nem o que os filhos precisam, ou o que os pais esperam, não o que a sociedade considera adequado para sua idade, e nem mesmo aquilo que ela acredita que deveria desejar. O que ela quer?

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