Só ele tem o poder de nos tornar melhores….

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Quando falamos em amor, qual a primeira imagem que nos vem a mente ?

A maioria de nós já experimentou tanto os prazeres quanto as dores do amor.

Já sentimos o desejo ardente e o êxtase de uma aventura amorosa.

Provavelmente também sentimos o abraço acolhedor e seguro de um relacionamento duradouro .

Também já sofremos com o efeito colateral do amor, que é o ciúmes, com a dor da rejeição, com as noites solitárias, com o vazio que fica o término de uma relação.

Luc Ferry nos coloca que é o amor que dá sentido a nossa existência. É ele que nos obriga, ao menos no que diz respeito aos nossos filhos, a não ceder ao pessimismo, a acreditar no futuro, a nos interessar pela vida apesar de tudo.

Coloca também que sem amor, nada teria significado para nós, que nossa passagem por aqui seria o verdadeiro desencanto do mundo, que o universo seria opaco e sombrio.

Nos dias de hoje, conhecemos o amor como um termo único e vago, englobamos uma enorme série de emoções, relacionamentos e ideias.

Um jovem declara “estou amando” mas é bem improvável que isso signifique a mesma coisa que um adulto de 40, 50, 60 anos dizer que ainda ama seu companheiro (a) depois de tantos anos.

Facilmente pronunciamos “eu te amo” nos momentos românticos intensos, o que de certa forma banalizamos os relacionamentos.

Quando se fala em amor, temos uma única certeza: “só ele tem o poder de nos tornar melhores”.

Muito amor pra você…

Isolda Risso

 

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