Alguém consegue viver sem ele ?

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Telefone
Alexander Graham Bell

Aparelho que permite a conversação a distância

 Os humanos são animais sociais, mas o desejo natural de poder falar com pessoas geograficamente distantes foi frustrado até 1876, quando o que parecia um sonho impossível tornou-se realidade. Mas a invenção do “telégrafo falante” é matéria controversa, uma vez que muitos indivíduos reivindicaram um papel em sua realização.

O telefone (termo derivado do grego para “voz distante”) foi desenvolvido a partir do telégrafo elétrico, uma invenção do início do século XIX atribuída a Samuel Morse (1791-1872) e outros. Esse dispositivo utilizava sinais elétricos transportados por fios para transmitir letras que, juntas, formavam uma mensagem.

Por mais útil que fosse, no entanto, faltava ao telégrafo elétrico a intimidade e a sutileza da fala humana. Mas, na segunda metade do século, foi criado o telégrafo acústico, capaz de transmitir múltiplas mensagens simultâneas por um único cabo através de diferentes canais, ou frequências, de áudio. A partir daí, foi um passo para construção de um aparelho dotado de um transmissor capaz de converter o som da voz humana em sinais elétricos e em um receptor que fizesse a operação contrária. As pessoas passaram, então, a poder oferecer informações, ou amizade, umas às outras, por mais distantes que estivessem.

Ainda se discute quem inventou o telefone, uma vez que havia, na época, muita gente competindo pela autoria da criação. O feito é mais comunente creditado ao inventor escocês Alexander Graham Bell (1847-1922), cuja patente 174.465 foi a primeira expedida pelo Departamento de Patentes dos Estados Unidos, em 7 de março de 1876. Três dias depois, 10 de março, em seu laboratório na cidade de Boston, Bell finalmente conseguiu fazer o telefone funcionar, proferindo ao transmissor as imortais palavras: “Sr. Watson, venha aqui, por favor, que eu quero vê-lo”. Seu assistente, de posse de um receptor na sala anexa, pôde ouvi-las claramente.

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