Adoção….Ato de assumir responsabilidade por outra pessoa, normalmente uma criança.

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Baby's feet on mothers hands. Horizontal Shot.

Adoção Humana
Hamurábi

 A prática de adoção (assumir papel de pai ou mãe de alguém que não seja o filho biológico da pessoa) remonta à Antiguidade, mas o Código de Hamurábi (1722 a.C), criado por Hamurábi (1792-1750 a.C), sexto rei da Babilônia, foi provavelmente o primeiro conjunto de leis a detalhar as responsabilidades dos pais adotivos e os direitos dos adotados.

O mais comum é que um adulto adote uma criança, mas há exceções. No curso da história, homens de praticamente qualquer idade foram adotados para preservar uma linha masculina de herança, por razões políticas, religiosas  ou econômicas.

O conceito de adoção como é conhecido hoje – o compromisso de um adulto de criar e educar a criança de outra pessoa – foi consagrado em lei em 1851 pelo estado americano de Massachusetts.

Na Inglaterra a legislação para permitir a prática foi aprovada em 1926, principalmente para garantir cuidados de crianças que haviam se tornado órfãs na Primeira Guerra Mundial, mas também, em parte, para lidar com um aumento na ocorrência de gravidezes fora do casamento.

Após a Segunda Guerra Mundial, adoções internacionais tornaram-se mais comuns à medida que crianças de um país passaram a ser criadas por adultos de outras nações, normalmente mais prósperas.

A adoção inter-racial levou mais tempo para ganhar aceitação, e sofreu grande oposição por parte dos Estados Unidos e dos outros países.

Depois de 1970 o estigma de ter um filho fora do casamento foi muito reduzido, resultando na diminuição do número de crianças oferecidas para adoção. As regras governando a elegibilidade para adotar também mudaram, e agora incluem pais solteiros e, em alguns países, casais do mesmo sexo.

“ A adoção é uma resposta redentora à tragédia neste mundo quebrado.”
Katie J. Davis, cristão e autor

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