A importância do questionamento.

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A ARTE DE QUESTIONAR

Há um jeito certo de se viver?

Ser feliz nos trona pessoas melhores?

Ou ser uma pessoa melhor nos torna  felizes?

Moral e ético quer dizer a mesma coisa?

A beleza só existe mesmo aos olhos de quem vê?

O riso é o melhor remédio?

Os elogios são uma recompensa maior do que os prêmios?

A internet pode ser transformada em uma fonte confiável de educação e pesquisa?

Existem coisas que já sabemos sem perceber?

Para que deve realmente servir a educação?

O desemprego é uma maldição ou uma oportunidade?

É aceitável fazer coisas ruins a pessoas más?

Quando uma mudança é boa e quando é ruim?

Você só pode expressar uma preocupação ética sobre uma questão se tiver um comportamento irrepreensível em relação a ela?

A partir de uma série de perguntas provocativas, A.C. Grayling apresenta ao público em geral conceitos de filosofia e sugestões de como refletir sobre questões que surgem ao longo da vida. Com argumentos simples e lógicos, o autor nos convida a repensar nosso cotidiano, em vez de aceitar passivamente o que “se diz por aí”, e assim adquirimos controle sobre quem somos e termos opiniões próprias. Diferente de outros filósofos acadêmicos, Grayling se importa demais com a filosofia para mantê-la na sala de aula.

A.C. Grayling é um filósofo que acredita naquilo que prega e cria valor para a vida de uma forma completamente descomplicada. É doutor em Filosofia e Membro do St Anne’s College, Oxford. Foi professor de Filosofia no Birkbeck College, University of London, até 2011. Autor talentoso, publicou mais de 30 livros sobre diversos assuntos e colabora com publicações como The Times, The Guardian, Libertary Review. Frequentemente é requisitado para dar entrevistas e participar de programas de rádio e televisão, como Newsnight. É colunista da Barnes and Noble Review, editor da Online Review London e contribui como editor da revista Prospect. É curador da London Library, membro da Royal Society of Literature, entre outras funções em órgãos e entidades britânicas e mundiais. Por quase 10 anos foi secretário honorário da principal associação britânica de Filosofia. Atualmente é conselheiro de várias comissões sobre assuntos que variam desde testes de drogas em locais de trabalho até direitos humanos.

 

 

 

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